
E mais uma semana se passa, no Domingo tudo começa outra vez... Talvez triste, quiçá alegre, o fato é que não acabou.
Eis que então percebo a freqüência com que sou surpreendida. E tudo se mistura num emaranhado confuso, indistinto, sem pé nem cabeça, sem ponto, sem nó, solto, disperso, volúvel e volátil...
Um programa que prometia, não deu em nada.
-Merda, eu sempre desprezo essa voz irritante, mas ela nunca mente pra mim!
Uma mensagem pra alegrar a alma, coração chora.
- Por favor, mais uma cerveja! Hoje minha tristeza dorme inebriada.
Oito números, dois toques:
- Alô! - E tudo parece não ter acontecido.
Nasce um sorriso, morre sei nem quando.
Até quando assim?
Só vou saber quando acabar!
-E se não tem fim, como faz, faz como?
- Por favor, mais uma cerveja! Hoje minha tristeza dorme inebriada.
Oito números, dois toques:
- Alô! - E tudo parece não ter acontecido.
Nasce um sorriso, morre sei nem quando.
Até quando assim?
Só vou saber quando acabar!
-E se não tem fim, como faz, faz como?
"Todo carnaval tem seu fim..."
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