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sábado, 13 de novembro de 2010

Quase bobo, que mania...

Mania boba de esconder quase tudo, de falar quase nunca, de sentir quase nada, de viver quase pleno...
Não precisa mentir... Sente? Diga!
Não precisa fugir... Quer? Viva!
E eu pensando "amar é fácil".
Seria, se isso não dependesse de mais ninguém.
Bom, amar até é fácil, difícil é a coisa amada.
O manual, por favor! - e as coisas seriam tão diferentes. Ah, o que é que tem se seriam previsíveis? Eu não me importo com isso, acho até que seria mais instigante, haveria ainda um "que" de surpresa. Porque mesmo o que vem com manual não funciona "ipsis litteris", mas seria interessante saber como reagir e com o que potencialmente poderíamos lidar.
Mania boba essa de prever o futuro, de querer saber sempre tudo...


"Mas o quase tudo, quase sempre é quase nada..."


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